Um processo inevitável é o envelhecimento cronológico, mas, o mental não, ele depende do nosso olhar pelo mundo, que a depender da cultura, das condições sociais e da civilização pode ser vivido de uma forma boa ou ruim. No mundo globalizado da sociedade contemporânea a relação de tempo X espaço é cada vez mais acelerada(efêmera). Desse modo, muitas vezes, não conseguimos acompanhar a velocidade das mudanças socioculturais que ocorrem a nossa volta: o tempo tornou-se curto e não conseguimos acompanhar algumas transformações na forma de pensar nas situações cotidianas e os papéis dos sujeitos dessas situações/relações. A nossa forma de ver o mundo acaba ficando para trás, presa a um modo de pensar conservador, e isso gera preconceitos quando estamos diante de determinadas realidades. Um exemplo disso é o modo como algumas pessoas ainda percebem a velhice. Podemos afirmar que essa globalização que tanto afeta nessa situação é chamada de “Globalização Perversa”, que pode ser entendida como um aspecto negativo que ela faz a sociedade. Existe um julgamento, certo preconceito que diz que os idosos “atrapalham sua rotina”. Com esse pensamento alguns familiares deixam os mesmos em abrigos, casas de repouso, ou até mesmo abandonam sozinhos sem ao menos terem condições de estar sozinho. Ao observar o percentual desses acontecimentos podemos afirmar que é bem crescente.
Conhecido também como melhor idade, aquela imagem envelhecida deixa de existir, passando assim a ser símbolo de realização pessoal, lazer, dentre outros. Integralizando na sociedade proporcionando aos próprios cuidados culturais e psicológico tornando-os “jovens velhos.”.

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